5ª edição do Ajeum reúne nomes da arte, cultura e esporte em noite exclusiva que visa viabilizar sede própria e ampliar impacto social





O Instituto Desvelando Oris realiza, no próximo dia 22 de abril, na Pinacoteca de São Paulo, a 5ª edição do Ajeum – Jantar Solidário, uma noite especial de arrecadação que deve reunir 140 convidados em um encontro exclusivo, seguido de dois leilões beneficentes. Consolidado como um dos principais momentos do calendário da instituição, o evento tem como meta arrecadar R$ 2 milhões.
A noite nasce com um propósito estruturante: viabilizar a aquisição da primeira sede própria do Instituto e garantir a sustentabilidade e expansão de seus projetos. “Este evento representa um passo histórico para o Instituto. Queremos a aquisição da nossa primeira sede própria, um espaço que simboliza legado, permanência e crescimento. Ao mesmo tempo, seguimos mobilizando recursos essenciais para manter e ampliar nossas iniciativas”, afirma Juliana Souza, fundadora e presidente da organização.
Inspirado no conceito de “Ajeum”, palavra de origem iorubá que remete ao alimento compartilhado, o jantar propõe um espaço de encontro, troca e construção coletiva, refletindo os valores de acolhimento, cuidado e transformação social que norteiam o Instituto.
Com o tema Direito ao Sonho, o evento propõe uma experiência sensorial que convida o público a refletir sobre o sonho como força de mobilização coletiva e construção de futuros possíveis. Música, espaço e performances constroem, ao vivo, essa jornada do imaginar ao transformar, reforçando a importância de ampliar o campo de possibilidades por meio de responsabilidade compartilhada.
A noite contará com direção artística de Rafael Dragaud, responsável também pela direção da turnê de Gilberto Gil, e menu assinado pelo chef Alex Atala, em colaboração com a chef Ieda de Matos e o chef Paulo Rocha, reunindo nomes relevantes da arte, cultura e impacto social em uma experiência que conecta gastronomia, filantropia e engajamento.
O leilão beneficente de obras de arte incluirá trabalhos de artistas como Adriana Varejão, Lucas Arruda, Kobra, Flávio Cerqueira, Juliana Santos, Nilda Neves e Amadeo Luciano Lorenzato, reforçando o diálogo entre arte e transformação social.
Além das obras, o leilão contará com experiências e itens exclusivos, com contribuições de personalidades como Ronaldo Nazário, Vini Jr., Memphis Depay e Rebeca Andrade, além de peça The Zion, da designer e influenciadora Shantal Verdelho, entre outras experiências exclusivas e surpresas que serão reveladas ao longo da mobilização.
A noite será encerrada com show especial de Seu Jorge.
Mais de 80% das mesas já estão vendidas, refletindo forte mobilização de apoiadores e parceiros institucionais em torno do propósito do Instituto. As mesas, com dez lugares, serão comercializadas por R$50.000,00, além de convites individuais no valor de R$5.000,00.
Fundado em 2022, o Instituto Desvelando Oris é uma organização social que atua no enfrentamento das desigualdades raciais e de gênero no Brasil, por meio de seus três pilares de atuação: Justiça, Educação e Arte. A instituição promove formação, acesso à justiça, produção de conhecimento, iniciativas culturais e articulação institucional, conectando pessoas, repertórios e trajetórias e promovendo impacto social sustentável.
Ao longo de sua trajetória, o Instituto já impactou diretamente mais de 40 mil pessoas em diferentes regiões do país, por meio de ações voltadas à formação, acesso à justiça, promoção da cidadania e inclusão social. Entre as iniciativas, destacam-se programas de letramento racial e cultura de paz em escolas públicas, orientação jurídica gratuita, ações culturais, formação de lideranças e iniciativas de advocacy que contribuem para ampliar o acesso a direitos e oportunidades.
O reconhecimento desse trabalho se reflete na trajetória de sua fundadora, Juliana Souza, advogada responsável pela maior condenação por racismo e injúria racial da história do Brasil e vencedora do Prêmio CLAUDIA na categoria Responsabilidade Social.
“Toda transformação começa quando deixamos de tratar o impossível como destino e passamos a construir, juntos, futuros mais justos”, finaliza Juliana.









