Camilla Camargo celebra sucesso do musical “Aqui Jazz” e quebra a tradição das segundas-feiras

A atriz fala sobre a experiência de lotar o teatro em um dia atípico e expande sua carreira para o cinema com novos projetos

O musical “Aqui Jazz”, estrelado por Camilla Camargo, estreou em agosto de 2025 no Teatro Itália, em São Paulo, e desde então mantém a plateia cheia, a ponto de estender as apresentações também às segundas-feiras. Longe de ser uma surpresa, esse desdobramento foi natural: a fusão de dramaturgia contemporânea com jazz ao vivo revelou-se tão consistente que conquistou um público fiel, disposto a enfrentar o início da semana para mergulhar em uma experiência estética que não se esgota.

Em um cenário cultural em que as segundas costumam ser dias de recesso para os palcos, o espetáculo impõe uma nova lógica, na qual arte e música ocupam espaços que, até então, pareciam reservados apenas aos fins de semana. Definindo-se como atriz que canta e não cantora que atua, a artista encontra neste projeto um território de síntese criativa e celebra: “É uma alegria imensa ver o ‘Aqui Jazz’ ter sua temporada prorrogada! Ter a plateia lotada nas segundas-feiras, um dia que muitos veem como pesado, transformando-o em uma noite de arte e vibração, é algo mágico. Isso prova que a verdade em cena transcende qualquer dia ou hora: o público vem, se entrega e compartilha essa energia única.”

A força da montagem, conduzida por Giovani Tozi, está no entrelaçamento preciso entre teatro e jazz, uma linguagem que respira no improviso, mas nunca se perde em desordem. A narrativa de Jazzinho, personagem de Felipe Hintze, que carrega a angústia de um legado artístico, é apenas um dos vários pilares. A atriz acrescenta: “O que mais me fascina é como música e dramaturgia se fundem, se tornam uma coisa só. O teatro ganha alma no ritmo do jazz, e o jazz, por sua vez, ganha profundidade na narrativa. O palco vira um espaço de experimentação viva, onde nós, artistas, e o público respiramos a mesma arte. É nessa troca, nessa comunhão, que a grandeza do espetáculo se revela.”

Em paralelo, Camilla amplia sua presença no cinema. Ela protagoniza “A Caipora”, “, thriller que mistura investigação policial com o sobrenatural do folclore brasileiro, e também participa de “Coração Sertanejo”, , que promete mergulhar nas tradições e paixões do interior. Além disso, ja se prepara para um novo longa de terror, com detalhes ainda mantidos sob sigilo.

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