MINHA CARREIRA com SANDRA CHAYO

A Hope marcou a vida de diversas mulheres, seja em momentos ‘mãe e filha’ como a compra do primeiro sutiã (como foi com quem vos escreve) ou a ida esporádica para renovar o armário com peças íntimas, as quais têm um valor tão simbólico na vida de uma mulher. Pensando nisso, o “Minha Carreira” de hoje é sobre essa relação do tempo e da importância da família não só em momentos íntimos e pessoais, mas também na passagem do tempo e dos negócios quando eles existem em uma família.

Sandra Chayo é a filha do homem que criou a marca Hope (que já existe há mais de 50 anos) e é também a responsável pela repaginada na qual podemos ver que, não importa o tempo que passe, quando uma empresa está em boas mãos, seu sucesso permanece em todas as fases de sua existência. Responsável pelo estilo e pelo marketing da etiqueta na última década, coube a Sandra a missão de transformar a peça íntima em artigo fashion, exigência que a mudança dos tempos e a modernidade trouxe.

Sandra assumiu a missão de coordenar a empresa com suas irmãs que assumiram papéis relevantes nos bastidores. A primogênita, Karen, atua nos departamentos financeiro e administrativo; a caçula Daniela, no comercial. A primeira contribuição das herdeiras foi levar o olhar feminino para gestão da marca e dos produtos. A moda íntima básica foi substituída por lingeries com tecidos de última geração. “Somos mulheres empoderando mulheres e gerando negócios”, explica Sandra Chayo.
Desde que assumiu a empresa, Sandra armou desfiles-show, firmou parcerias com estilistas e fashionistas e apostou na abertura de lojas. Em cinco décadas, a HOPE se transformou num negócio de proporções impressionantes.
O trabalho pesado não abala seu espírito zen. Mãe de três meninos, Sandra pratica yoga há mais de uma década, é adepta da alimentação vegana e malha de segunda a segunda na busca por equilíbrio.

Apesar de ter se graduado em arquitetura pela FAAP, fez um estágio na empresa da família e teve a certeza de que seu destino seria projetar estruturas de sutiã, e não casas. Assim, o legado que seu pai iniciou permanece intacto em seu pilar de intenção nos valores e missão da marca, tão bem perpetuados (mas, atualizados) por suas filhas e herdeiras.

 

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