O MELHOR DESTINO PARA A VIAGEM PERFEITA

Próxima parada: Tailândia!

Exótica, exuberante e cheia de possibilidades. Assim é a Tailândia, um daqueles lugares que a gente coloca no top five da lista de “viagens dos sonhos”. Seja para uma lua de mel romântica ou para uma trip aventureira entre amigos, o país mais procurado do sudeste asiático oferece ao viajante desde o caos fervilhante de uma megalópole à paz das ilhas paradisíacas de mar azul. E quem conta mais sobre esse destino desejo são as lindas Rafa Thomaz e Camila Militão.

Bangkok, por Camila Militão

Decolagem: Bangkok é uma cidade bem caótica, se comparada às famosas ilhas e praias tailandesas, e repleta de contrastes, pois possui uma região mais contemporânea e outra antiga. Eu não tenho dúvidas de que lá eu vivi uns dos melhores dias da minha vida, e tudo no país me encantou.

Check-in: Escolhi me hospedar na região mais moderna, próximo aos shoppings e torres comerciais, mas muitos turistas normalmente dividem os dias de estadia entre as duas regiões. Fiquei no Hotel Muse, e ele é maravilhoso. Possui quartos fantásticos, com uma piscina linda, além de um rooftop superbacana.

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Pista de pouso: Para ir à região antiga, pegávamos um Uber. Preferi usar o aplicativo, por acharmos mais seguro que táxi. Levava só 20 minutos de onde estávamos hospedadas até a região dos templos e da famosa Khaosan Road e, neste percurso, gastávamos entre 15 e 20 reais.

Despressurize: Khaosan Road: Essa é uma região muito turística, infestada de lojinhas e camelôs. É a rua do filme “Se Beber Não Case 2”, repleta de bares, baladinhas e onde vende os famosos espetinhos de escorpião. Vale a pena ir à noite para conhecer, mas cuidado com o golpe dos shows de Ping Pong!

Templos: Grand Palace e Wat Phrakaew, o Templo do Buda Esmeralda. Tem que ir devidamente vestida com blusa de manga e vestido acima do joelho. Lá eles também não aceitam o uso de calças coladas. É a atração turística número 1 do país e é bem lotado! Para aproveitar, a dica é chegar cedo.

– Wat Pho, o templo do Buda Reclinado. Dá para ir a pé do Grand Palace, e eu, particularmente, gostei mais desse, pois achei menos tumultuado do que o Grand Palace. Lá tem uma imagem de Buda de 46 metros de comprimento deitada.

– Wat Arun, Templo do Amanhecer. Ele é todo construído de mosaicos de porcelana e recomendo visitar durante o entardecer, pois fica em frente ao rio.

Aproveite o voo: Dumnoen Saduak Floating Market: mercado flutuante que vende de frutas a suvenires. Passeio bastante turístico.- Asiatique: complexo de lojinhas e restaurantes. É bem legal para ir à noite, pois lá tem uma roda gigante que fica linda com suas luzes acesas.

Serviço de bordo: O Issaya Siamese Club é um restaurante incrível que está na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo. Fomos durante o almoço, sem reserva, mas conseguimos tranquilamente sentar.

– Siroccos Sky Bar: É o bar do filme “Se Beber não case 2”. Fica localizado na Lebua Tower, sendo o maior rooftop bar a céu aberto do mundo, como também é considerado um dos mais deliciosos lounges do sudeste asiático.

Koh Phi Phi, por Rafa Thomaz

Decolagem: Koh Phi Phi é um arquipélago de ilhas tailandesas situadas no Oceano Índico, na província de Krabi. É uma região formada por paredões rochosos e um mar tão cristalino, que parece de mentira. Ela virou a queridinha dos turistas, inclusive os brasileiros, principalmente após o filme “A praia”, com Leonardo diCaprio, que foi filmado em uma de suas famosas praias. As belezas naturais foram, por si só, o maior determinante para que eu escolhesse esse destino. Já sabia que o lugar era lindo, paradisíaco. Porém, chegar lá e ver que as fotos não retratam 1/10 do que aquilo tudo é foi o mais surpreendente.

Check-in: Existem três regiões de hospedagem: Ton Sai Bay é o lado da ilha em que fica o píer e onde a maioria dos locais moram, tem hotéis mais acessíveis, restaurantes, supermercados e à noite é supertranquilo, com barzinhos de música ao vivo e gente caminhando pela orla; Ao Lo Dalam é o outro lado da ilha, onde estão a maioria dos bares de praia, os hotéis mais agitados e que promovem festas o dia todo; e Long Beach, que é a parte de mais difícil acesso e onde ficam os melhores resorts, ideal para quem procura tranquilidade e sossego. Dividi minha estadia em dois momentos: primeiro fiquei em Ton Sai Bay, que é supercentral, e depois em Ao Lo Dalam, mas me arrependi, pois à noite a música alta das festas ecoava dentro dos quartos até quase de manhã.

Pista de pouso: Koh Phi Phi é uma ilha pequenina, onde é possível fazer tudo a pé e atravessar os dois lados principais em questões de minutos. Me encantei ainda mais com o lugar através dos momentos que vivi fora do mar, pois a cidadezinha é muito aconchegante e tem um astral incrível, uma jovialidade, um frescor. Um monte de gente feliz, despreocupada e, o principal, desacelerada, andando por todo lado a pé.

Despressurize:

– Além dos já tão conhecidos passeios de barcos para as ilhas do arquipélago, um dos pontos altos da minha viagem foi a massagem tailandesa. Em Ton Sai Bay, encontramos uma tenda de massagem no calçadão da orla, onde você ficava deitado com vista para o mar, que foi uma das melhores escolhas da viagem. O local fica exatamente em frente ao Phi Phi Cliff Beach Resort.

– Na Orla de Ao La Dalam, tem vários bares de praia, como os famosos Slinky, 4play e Ibiza Bar, onde as festas acontecem na areia, com muita música eletrônica, buckets e shows pirotécnicos com fogo. Uma vibe massa. Entretanto, um dos lugarzinhos noturnos de que mais gostei em Phi Phi foi na verdade um achado, o Kongsiam Bar, um dos poucos lugares da ilha com música ao vivo, com uma seleção musical incrível, que ia de Beatles, Arctic Monkeys a Spice Girls.

Aproveite o voo: A principal dica que dou é contratar uma lancha privativa para ir ao famoso tour para Maya Bay, a ilha deserta onde foi filmado“A Praia”, e as outras ilhas igualmente lindas da região. É muito mais vantajoso, pois, a partir de quatro pessoas, que era o nosso caso, o valor pago fica praticamente o mesmo preço cobrado em barcos pré-organizados de turismo com 30 pessoas. Dessa forma, você consegue definir a ordem de quais ilhas visitar e sair antes do horário que esses barcos saem – normalmente às 8h (nós saímos às 6h30) – e, assim, aproveitamos as ilhas antes das multidões de turistas chegarem, o que rendeu fotos incríveis, exclusivas e o nascer do sol mais lindo da minha vida.

Serviço de bordo:

– Anna’s Restaurant – É um restaurante com muita variedade, comida tailandesa, italiana, francesa. De fora, a fachada simples esconde a quantidade de sabores que os pratos de lá nos ofereceram, e o preço, como quase tudo na Tailândia, é uma pechincha.

– Grand PP Arcade – Confesso que a “cara” do lugar foi o que me fez escolhê-lo para comemorar meu aniversário. O restaurante é simplesmente lindo, e a comida foi uma grata surpresa. Pedimos umas massas deliciosas, o que foi bom para dar uma “ocidentalizada” depois de tantos dias de comidas mega apimentadas. Lá também comi a melhor sobremesa tailandesa, o famoso Sitcky Rice, uma mistura de manga com arroz deliciosa e surpreendente.

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